Até 24 de abril, o projeto Curumins promove um intercâmbio cultural em 32 escolas públicas e privadas do Distrito Federal e entorno. A iniciativa leva representantes do povo Fulni-ô, de Pernambuco, para uma vivência com alunos, professores e funcionários, com o objetivo de sensibilizar sobre a realidade indígena brasileira.
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Experiência imersiva e educativa
O projeto, que já realizou mais de 1.3 mil apresentações, é dividido em duas etapas:
- Palestra lúdica: conduzida pelos arte-educadores Pablo Ravi e Daniel Santos, com experiência na FUNAI, a palestra desperta o senso crítico e traz novas reflexões sobre a comunidade indígena brasileira.
- Apresentações culturais: o Grupo Walê Fulni-ô apresenta danças, canções e rituais, convidando o público a participar e aprender sobre a cultura e a língua Yatê.
Exposição de artesanato e documentário
Uma exposição de artesanato Fulni-ô estará à venda durante a visita do grupo, permitindo que os participantes adquiram lembranças e contribuam com a renda dos indígenas.
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O documentário “Curumins”, disponível no YouTube da Associação Cultura Candanga, complementa a experiência, mostrando a vida dos povos Kamayurá (Mato Grosso) e Fulni-ô (Pernambuco).
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Reconhecimento da cultura indígena
O projeto reconhece a importância dos povos indígenas na formação do Brasil, combatendo preconceitos e estereótipos. “Queremos que os alunos vivenciem esse contato direto com os indígenas, aprendendo sobre sua cultura e história”, afirma Pablo Ravi, coordenador do projeto e diretor do documentário.

