O dólar encerrou o último pregão com a maior valorização diária em mais de dois anos e atingiu um novo recorde, sendo cotado a R$ 6,26. A alta na moeda americana foi de quase 3%, apreciando 2,82%. Dessa vez o Banco Central não interviu no mercado de câmbio, como ocorreu nos pregões anteriores.
No início da tarde, a moeda foi aos R$ 6,19, após declarações do Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de que o câmbio é flutuante e de mencionar possíveis movimentos especulativos.
O mercado acompanha com temor crescente a tramitação do pacote fiscal do governo no Congresso Nacional, com atenção a possíveis desidratações nas medidas propostas com relação aos cortes de gastos do governo
A piora no câmbio também foi puxada pelo ajuste de expectativas sobre a redução, pelo Federal Reserve, da taxa de juros americana em 0,25 ponto percentual, de 4,25% a 4,50% ao ano.
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Já o euro comercial teve valorização de 1,73%, cotado a R$ 6,50.

