O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, deu permissão nesta semana para que haja permissão para uma quebra de sigilo bancário e fiscal de Jair Bolsonaro e de sua esposa, Michelle Bolsonaro.
O advogado Cezar Bittencourt, do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, informou que o cliente falará que intermediou a venda das joias a pedido de Bolsonaro, e que entregou o valor recebido nas mãos do ex-presidenciável.
LEIA TAMBÉM
- Produtividade é o principal benefício da IA para 59% das PMEs, aponta pesquisa da Serasa Experian
- Anuário de segurança pública: São Luís (MA) lidera o ranking nacional com maior taxa de roubos e furtos de celular
- Com vídeo de IA de Jair Bolsonaro e apoio internacional, PL lança Flávio Bolsonaro à Presidência
- CadÚnico, Bolsa Família e BPC: novas regras adiam visitas domiciliares para famílias unipessoais
- STF suspende R$ 125 milhões em emendas e CNM orienta municípios a reforçarem transparência
Sobre as joias
Na função de presidente, Bolsonaro recebeu presentes em forma de joia, porém segundo o Tribunal de Contas da União, esse tipo de presente tem que ser incorporado ao acervo da União, e não pode ser tido como recebimentos pessoais.

